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Ana, uma mulher de oração ,que não desistiu!

  • Foto do escritor: Suelen Gomes
    Suelen Gomes
  • 28 de mai. de 2020
  • 5 min de leitura

Queridas leitoras, quero compartilhar com vocês a história de Ana,uma mulher que tem muito a nos ensinar!


Houve um homem de Ramataim-Zofim, da montanha de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efrateu.
E este tinha duas mulheres: o nome de uma era Ana, e o da outra Penina. E Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha.
Subia, pois, este homem, da sua cidade, de ano em ano, a adorar e a sacrificar ao Senhor dos Exércitos em Siló; e estavam ali os sacerdotes do Senhor, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli.
E sucedeu que no dia em que Elcana sacrificava, dava ele porções a Penina, sua mulher, e a todos os seus filhos, e a todas as suas filhas.
Porém a Ana dava uma parte excelente; porque amava a Ana, embora o Senhor lhe tivesse cerrado a madre.
E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o Senhor lhe tinha cerrado a madre.
E assim fazia ele de ano em ano. Sempre que Ana subia à casa do Senhor, a outra a irritava; por isso chorava, e não comia.
Então Elcana, seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que está mal o teu coração? Não te sou eu melhor do que dez filhos?
Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor.
Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente.
E fez um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao Senhor o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.
E sucedeu que, perseverando ela em orar perante o Senhor, Eli observou a sua boca.
Porquanto Ana no seu coração falava; só se moviam os seus lábios, porém não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada.
E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho.
Porém Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o SENHOR.
Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora.
Então respondeu Eli: Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.
E disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste.
E levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o Senhor, e voltaram, e chegaram à sua casa, em Ramá, e Elcana conheceu a Ana sua mulher, e o Senhor se lembrou dela.
E sucedeu que, passado algum tempo, Ana concebeu, e deu à luz um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao Senhor.
E subiu aquele homem Elcana com toda a sua casa, a oferecer ao Senhor o sacrifício anual e a cumprir o seu voto.
Porém Ana não subiu; mas disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então o levarei, para que apareça perante o Senhor, e lá fique para sempre.
E Elcana, seu marido, lhe disse: Faze o que bem te parecer aos teus olhos; fica até que o desmames; então somente confirme o Senhor a sua palavra. Assim ficou a mulher, e deu leite a seu filho, até que o desmamou.
E, havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com três bezerros, e um efa de farinha, e um odre de vinho, e levou-o à casa do Senhor, em Siló, e era o menino ainda muito criança.
E degolaram um bezerro, e trouxeram o menino a Eli.
E disse ela: Ah, meu senhor, viva a tua alma, meu senhor; eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, para orar ao SENHOR.
Por este menino orava eu; e o Senhor atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito.
Por isso também ao Senhor eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao Senhor foi pedido. E adorou ali ao Senhor.


Em meio ao materialismo e crueldade do povo de Israel, Ana se destacava como uma mulher de fé.

A tristeza do seu coração era evidente aos olhos das pessoas ao seu redor, mais ain

da assim não desistia de buscar a Deus em oração pelo seu milagre.


Ana não podia gerar filhos e a esterilidade naquela época era tida como uma desgraça para uma mulher e sua casa, e grande era o sofrimento de Ana pois Penina outra esposa de seu marido a humilhava por não poder gerar.


Ana todo ano subia com seu marido ao templo para oferecer sacrifícios ao senhor, e chegando no templo estava prostrada em oração, chorando muito e mal conseguia falar, apenas mexendo com os lábios, o sacerdote Eli ficou incomodado e disse:

Mulher até quando estarás embriagada? e ela respondeu: Não estou senhor, sou apenas uma mulher atribulada de espírito, estou derramando a minha alma perante o senhor.


A palavra de Deus vai dizer: Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras estiverdes em vós, pedireis o que quiserdes e vos sera feito.

A oração tem garantia de resposta!


Ana mesmo amargurada, triste não desistiu de orar,de fortalecer a sua fé.

Ana conhecia o seu Deus, se relacionava com ele, eram anos de busca, confiando que o senhor poderia agracia-la em algum momento.


Qual tem sido a nossa postura diante das nossas lutas?

Qual tem sido a nossa intenção diante de um pedido ao senhor?

Temos pedido com a intenção de receber e oferecer ao senhor como gratidão?


Ana fez um voto a Deus dizendo: Se senhor me der um filho,depois de desmama-lo trarei ao templo para que possa servir ao senhor.


Precisamos orar, ter um verdadeiro relacionamento com Deus, entrar no quarto, fechar a porta e colocar diante do senhor nossos desejos e vontade, pois Deus deseja realiza-los.

Mais quero trazer algo para o seu coração minha querida...Ele conhece a intenção do seu coração, seja para o bem ou seja para o mal seja para satisfazer as suas próprias vontades, ou seja para que a sua benção também seja benção na vida de outros! Benção com um propósito maior!


Fico imaginando Ana grávida, toda graciosa com aquela barriga que toda mão deseja estar em sua gestação, exibindo o verdadeiro milagre em seu ventre, não mais humilhada por Penina,mais agraciada pelo milagre a vida que carregava me sentia como Ana em minha gestação,quem conhece minha história sabe do que estou dizendo...Logo vou compartilhar com você na coluna de testemunhos!


Quero nessa manhã desafiar o seu coração para buscar ao senhor e todo tempo, colocando suas petições diante dEle, mais se relacionando verdadeiramente com o Pai.

Ana tinha confiança que podia receber o seu milagre, pois ela não desistia, ja estava a anos buscando por isso, mais o que fez ela não desistir foi a persistência e oração! Além e tudo cumpriu o seu voto depois de conceber seu filho, desmamando o levou ao templo.


Por este menino orava eu; e o Senhor atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito.
Por isso também ao Senhor eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao Senhor foi pedido. E adorou ali ao Senhor.


Que você mulher possa ser edificada através da história de Ana,

uma mulher que não desistiu e alcançou o seu milagre!


Um abraço e até logo mais...






 
 
 

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